Conglomerado Google

Será uma empresa do Bem?

Semana passada apresentamos o nosso seminário.

Nervosismo por falar empúblico, medo de não dar tempo, medo do trabalho virar uma canção de ninar, para a galera. No final deu tudo certo.

E não mostramos uma reportagem, muito boa por sinal, na íntegra.

Cá está o link…

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Caso Isabella

Relutei a escrever sobre essa história. Mas nem sempre podemos ir contra algo que todos comentam. É como um jornalista odiar BBB e não escrever sobre isso.

Também fiquei triste com essa história. E fiquei chocada com os detalhes que a mídia nos passou.

E fiquei mais chocada ainda do modo que a mídia ia noticiando as novas informações. Virou novela. As pessoas apareciam em frente às casas dos envolvidos… ridículo.

Antes eu até pensava: A mídia é escrota.

Mas dentro da minha própria casa eu escutava: “A Globo quase não fala do Caso Isabella - tem até nome de novela - vou assistir a Record. Eles dão mais detalhes”. Só a mídia é escrota?

A mídia é feita por pessoas que gostam de televisão. A mídia é escrota? É sim, mas as pessoas também são.

Quase 100% das pessoas desaceleram o carro ao ver um acidente. E ficam satisfeitos e extasiados quando conseguem ver sangue e partes expostas das vítimas envolvidas.

Não adianta. A mídia sempre vai explorar a violência e a nudez para ter lucro, porque é isso que a maioria quer ver.

Muitos criticam. As pessoas pensam na mídia como uma salvação, uma utopia. Mas a mídia é um conglomerado de empresas que visa o dinheiro. Polêmica dá dinheiro, assim como os mortos são fontes de renda para as funerárias.

Ontem foi o João Hélio, hoje é a Isabella, amanhã será mais uma tragédia, com a dramatização devida, dos meios de comunicação.

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A interação entre as marcas

Eu trabalho com marcas de personagens, como Homem-Aranha, Ben 10, Meninas Superpoderosas e etc. Quando fui a uma reunião na Turner, ouvi de uma pesquisadora que as Meninas Superpoderosas (era o tema da reunião) vendiam, sem importar a marca do produto em que elas estivessem. Nunca tinha parado para pensar nisso, que o personagem vende por si só. E um bom exemplo disso é o desenho dos Simpsons. Compramos canequinhas, borrachas, adesivos e nem percebemos quem é a dona do produto. Diferente de comprar um tênis da Nike, uma bolsa da Prada, enfim…

A MasterCard teve uma ótima sacada ao utilizar os Simpsons em seu comercial de tv. É claro que essa empresa consegue vender seus produtos sem o auxílio de personagens, mas a interação com outros nomes fortes na mídia, sempre contam muitos pontos a favor.

Os Simpsons virou uma marca de extrema relevância e credibilidade. As críticas ácidas em relação à sociedade de consumo ganham fãs pelo mundo afora. E a MasterCard soube usar bem, mais uma vez, o impacto que essa animação causa nas pessoas. O vídeo está aí em cima, para quem quiser assistir.

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Entrevista com Manuel Castells

Para quem sabe inglês, é interessante ver. Autor do livro A Galáxia da Internet.

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PDFs no wiki da Cásper

Passeando nos links aqui e ali, encontrei esta página, com informações sobre o livro “A Galáxia da Internet”. Apesar do texto estar mais focado para cultura de rede, a síntese aborda também a matéria de mídia e poder.internet_global.jpg

“A cultura da Internet é uma cultura feita de uma crença
tecnocrática no progresso dos seres huma
nos através da
tecnologia, levado a cabo por comunidades de hackers que
prosperam na criatividade tecnológica livre e aberta, incrustada
em redes virtuais que pretendem rei
nventar a sociedade, e
materializada por empresários movidos a dinheiro nas
engrenagens da nova economia.”

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Ad na Web

971.gif97.gif97.gif97.gif“Temos que entender o poder da Internet hoje em dia. A televisão já não é tão tão importante como a Web. Os jovens ligam mais à Internet do que à televisão. E é a eles que os publicitários querem chegar.” (David Lewis, o pai da neurociência, em entrevista)

Clique aqui para saber mais.

Publicidade não é a minha área, mas tenho plena consciência da sua importância para o mercado. E com toda essa liberdade que temos na net, a forma de publicidade que mais odiamos na rede são os pop-ups!

Só que hoje em dia, há inúmeros programas que bloqueiam estas janelinhas abomináveis…

Sinceramente os banners não me atraem … acho que as únicas formas de publicidade que realmente chamam a minha atenção, são os jogos que algumas empresas promovem.

Daí veio a minha dúvida: existe uma ação publicitária que funcione (bem) na internet?

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Jesus na rede

No Youtube há inúmeros vídeos. Escolhi este que acho muito engraçado, porém, um pouco polêmico. Será que haveria espaço para esta brincadeira em outra mídia?

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